Meus sonhos eram lindos
Profundos, Eram sonhos de verdade.
Me deixei iludir pela realidade
Me convencer pela razão,
E agora, mal consigo sentir o ar.
Minha alma foi contaminada e,
Meu corpo entregue, não encontra abrigo.
Meus sonhos, Eu preciso lembrar!
O espelho, inimigo, me conta, joga na cara
A escolha errada,
Pequena vida desperdiçada.
As fotos, nem tão passadas, falam sobre esperança.
Contam que existi noutro estado, com outro sentido
Calma e com alma.
Tão pouco tempo e tão pouco, tantos danos.
Estou cansada, casada.
Como é infeliz essa alma fora de mim!
Nem me lembro mais das orações que aprendi.
Nem a quem pedir
Que me cante, encante
Que dance
Que entregue e peça
Que me leve,
Leve, daqui.
Lugar sem comunhão
Onde não há celebrar
Nem alma, Nem coração
Prá onde não quero mais voltar.
Saudade dos cadernos, dos lápis,
Das minhas canetas por companhia
Noites adentro, Dias afora
Nada, para mim, era tudo.
E tudo aquilo me bastava.
Mantinha viva toda a emoção, toda a razão
O juizo tantas vezes perdido e depois de escrito,
Encontrado
O amor escondido.
A explosão do momento,
A indignação pelo comportamento
Esse mundo. Todo o mundo.
O sorriso lembrado
O beijo esquecido
O querer demasiado
e VOCÊ
Outros dias, outros tempos
Onde tudo era possível.
Morava em mim a empolgação
Desse mundo, de todo o mundo
que existe entre eu e as canetas.
Eu nem conseguia compreender o que se passava no presente,
e já era cobrada por todo o meu futuro.
Nada era mais chato e frustante que viver ali,
naquele lugar.
eu nem conseguia compreender o que se passava no presente e já era cobrada sobre todo o meu futuro.nada era mais chato e frustante que viver ali.
e já era cobrada por todo o meu futuro.
Nada era mais chato e frustante que viver ali,
naquele lugar.
eu nem conseguia compreender o que se passava no presente e já era cobrada sobre todo o meu futuro.nada era mais chato e frustante que viver ali.
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