Saudade dos cadernos, dos lápis,
Das minhas canetas por companhia
Noites adentro, Dias afora
Nada, para mim, era tudo.
E tudo aquilo me bastava.
Mantinha viva toda a emoção, toda a razão
O juizo tantas vezes perdido e depois de escrito,
Encontrado
O amor escondido.
A explosão do momento,
A indignação pelo comportamento
Esse mundo. Todo o mundo.
O sorriso lembrado
O beijo esquecido
O querer demasiado
e VOCÊ
Outros dias, outros tempos
Onde tudo era possível.
Morava em mim a empolgação
Desse mundo, de todo o mundo
que existe entre eu e as canetas.

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